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Atualizado 23/02/2008
 
 
 
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Consumidores de Jacobina protestam contra a Embasa

O fornecimento de água barrenta e de odor desagradável por parte da Embasa, vem gerando uma grande polêmica em Jacobina nos últimos dias. As linhas telefônicas dos programas jornalísticos da Rádio Clube Rio do Ouro ficaram congestionadas esta semana. São dezenas de consumidores reclamando da péssima qualidade da água que está sendo distribuída pela empresa para a cidade de Jacobina. Indignados com a falta de manifestação dos responsáveis pelo escritório local, dezenas de jacobinenses realizaram na última quarta-feira(21) pela manhã, uma passeata saindo do Largo 2 de Julho à Promotoria Pública. Uma comissão formada por dirigentes de associações e de sindicatos foi recebida pelo promotor Geraldo Agrelli Lôbo.
Os manifestantes entregaram ao promotor um abaixo-assinado com mais de mil assinaturas, pedindo ao MP que impetre com uma ação civil pública contra a empresa. Eles se dizem revoltados com o órgão que ainda insiste em enviar as contas e até avisos de cortes, sem se preocupar em fornecer um serviço de boa qualidade. "Há dias que não recebo água da Embasa, mas a conta não deixa de chegar à minha porta", reclamou uma moradora do bairro do Peru. Já outra moradora do bairro da Serrinha, protestou contra a água barrenta que vem caindo das torneiras de sua casa. "Eu tive que pagar a um vizinho R$ 8,00 para limpar o reservatório da minha residência, pois a água estava com uma coloração escura é fétida", disse.
O presidente da Federação de Associações de Bairros de Jacobina e Distritos, Glériston Macedo, que participou da manifestação, disse que a água fornecida aos consumidores de Jacobina precisa ser contestada, "por isso estamos nos mobilizando e elaborando este abaixo-assinado para ser entregue ao Ministério Público, em que pedimos uma ação civil pública para investigar a qualidade da água fornecida à nossa comunidade."
Onília de Souza Lopes, presidente da Sindicato dos Comerciários de Jacobina, ponderou "que não é justo pagar o mesmo preço por uma água que não é fornecida regularmente e que não possui boa qualidade". Já Leosvaldo Santana da Silva, mais conhecido como Pistola, vice-presidente da Associação Democrática da Jacobina III, disse que as autoridades devem tomar providências no sentido de melhorar a água que é consumida pelos jacobinenses. "Vamos unir e cobrar uma solução das autoridades competentes", destacou Pistola.
Entre Rios - A péssima qualidade da água fornecida pela Embasa para os 35 mil habitantes de Entre Rios motivou o juiz Anderson de Souza Bastos a determinar que a empresa suspenda o faturamento de contas, até que o problema seja sanado. O magistrado concedeu uma liminar solicitada numa ação proposta pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MPE).
O promotor do município, Luciano Valadares, denunciou que a água “apresenta acentuado percentual de coliformes fecais e da bactéria escherichia coli, responsáveis pelo substancial aumento no número de casos de diarréia e hepatite A”. Pela decisão do juiz, todos os usuários abastecidos pela Embasa em Entre Rios vão pagar taxa mínima de R$ 10 até que a empresa forneça água potável.
O MP informou que a contaminação foi confirmada em 15 laudos periciais elaborados pelo Laboratório Central da Bahia (Lacen). A decisão judicial estabelece, ainda, um prazo de 30 dias para que a Embasa solucione o problema.

 

 


MP pode investigar qualidade da água fornecida em Jacobina

 O fornecimento de água barrenta e de odor desagradável por parte da Embasa, vem gerando uma grande uma polêmica em Jacobina nos últimos dias. As linhas telefônicas dos programas jornalísticos da Rádio Clube Rio do Ouro ficaram congestionadas esta semana.
 
 
 
 
 

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