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15 anos de lutas e desafios
 


 Nesta próxima segunda-feira, dia 17, completa quinze anos da fundação do jornal Primeira Página, e o motivo de sua criação se deu no sentido de que, tudo que for de encontro com os interesses de Jacobina, o PP estará pronto para observar, divulgar, denunciar e, acima de tudo, lutar para que as discrepâncias sejam corrigidas. E a história tem mostrado isso.
A maioria dos políticos de Jacobina e muitas pessoas da comunidade pensavam que ao fundarmos o PP em 1992, tínhamos a intenção de ingressar na política, muitas vezes fomos até cobrados para tal mister, porém o nosso objetivo - e disso não abrimos mão - é de sermos uma voz independente, uma sentinela avançada e que possa através da informação denunciar as aberrações que acontecem no nosso cotidiano. E isto tem sido feito ao longo destes quinze anos.
Ao longo deste tempo, o jornal Primeira Página já teve que enfrentar, dentre muitas outras dificuldades, mais de dez jornais clandestinos, nunca houve um só que concorresse em condições de igualdade para disputar um mercado como qualquer outra atividade comercial. O que se tem praticado durante todos estes anos é uma concorrência predatória, com preços aviltados - as publicidades para eles ser-vem apenas para mascarar uma realidade, já que todas as despesas são pagas com o dinheiro público.
Tivemos na década de 70 o jornal A Palavra que, no início, foi um jornal que teve respeito na comunidade, com colunistas capazes e envolvidos com o bem comum. Era um jornal independente que se encaixava plena-mente na sociedade, sendo o último jornal a ser escrito com tipos móveis e tinha como proprietário, o seu fundador Edmundo Izidoro dos Santos. Depois o jornal foi vendido para Carlos Alberto Pires Daltro, médico e político na cidade, que por sua vez adquiriu um linotipo e enquanto prefeito trans-feriu para seu linotipista, o saudoso João Lira Cantalice, mas de fato o proprietário era o Dr. Carlito, ficando Cantalice assumindo como “laranja”. Todas as publicações da prefeitura eram feitas por ele sem licitação e como tal era mantido pela mesma. Nessa concorrência desleal, o Primeira Página ainda iniciando suas atividades, manteve-se firme pelos quatro anos do segundo mandato de Carlos Daltro, (93/96). Quando terminou o mandato, pouco tempo depois chegou o fim da era do A Palavra, pois já não tinha mais a prefeitura para custear as despesas, e o Primeira Página continuou dando o seu recado.
Em 1996 foi criado o jornal O Encarte - este nome surgiu pelo fato de que foi proibido pelo PP aos donos das bancas de revistas encartar o manifesto semanal de Leopoldo Passos, daí foi que resolveram editar um jornal e como forma de protesto co-locaram o nome de O Encarte.
Em janeiro de 1997 co-meça o mandato de Leopoldo Passos e, praticamente, foi instalada a redação de O Encarte na prefeitura, e este se manteve sob todos os protestos e denúncias, não só por ser tocado por "laranjas", mas também pelas altas so-mas pagas ao mesmo, a ponto do Ministério Público ingressar com uma Ação de Improbidade Administrativa, que está em tramitação, para Leopoldo devolver aos cofres públicos todo o dinheiro pago indevidamente ao seu jornal. Quando terminou o seu mandato, o tempo se encarregou de mostrar a cara do seu verdadeiro dono, encerrando-se também a era de O Encarte.
Em 2006, o presidente da Câmara de Vereadores em exercício, Carlos de Deus, num esforço hercúleo para ser visto pela população, na expectativa de alçar vôos mais alto, dentre outras ações criou o Tribuna Regional, e para não fugir à regra, põe como testa-de-ferro o seu irmão, e este, pessoa de bem na comunidade, mas por não entender do riscado e em nada participar com relação ao jornal, acaba figurando também como “laranja”. Carlos de Deus lutou com unhas e dentes para renovar o seu mandato na Câmara, mas os conchavos políticos foram mais fortes e não conseguiu a sucessão, e agora está com o seu jornal entalado.
Ainda este ano, inspirado pelo seu antecessor - que não ia gastar um centavo e ficar em condições de igualdade em termos de informação -, o atual presidente da Câmara Municipal de Vereadores, Juliano de Carvalho Cruz, articula entre amigos e assessores e cria uma associação de qualquer coisa, apenas como fachada, para fundar o jornal A Semana, sob os auspícios da Câmara de Vereadores - inevitavelmente - e o beneplácito do prefeito Rui Macedo, consequentemente com a grana da prefeitura. Este que por sua vez já gozou da experiência de também ter um jornal tocado por "laranja", que foi o A Voz da Chapada.
Pelas agressões, pelas matérias plantadas, pela falta de respeito ao leitor entre esses dois jornais, e ainda, pela falta de responsabilidade no que publicam, já dá para se prever o que virá na campanha eleitoral que se avizinha e vai culminar, com certeza, com a denúncia que o Primeira Página fez ao Ministério Público em 9 de outubro deste ano, que está publicada na página 3 desta edição.
Agora o que se espera desses oportunistas é que se-jam responsabilizados civil e criminalmente pelo que publicam e não deixem que pessoas inocentes paguem pelos seus desatinos. Mostrem suas caras e tenham a coragem de manter seus “jornais” após as eleições.
 
 


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